23 de junho de 2026
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Diagnosticada com TDAH, Sabrina lembra rótulos que recebeu: "Desatenta"

Apresentadora contou no Instagram que convive com o transtorno desde a infância e que o diagnóstico só veio na adolescência

Por Redação··2 min de leitura
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Sabrina Sato contou nas redes sociais que convive com o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) desde a infância e que o diagnóstico só veio na adolescência.

O que aconteceu

A apresentadora publicou o relato hoje em um post no Instagram. Ela disse que, antes de entender o que tinha, ouviu rótulos que a acompanhavam desde criança.

Sabrina afirmou que os comentários acabavam reduzindo quem ela era. "Tenho TDAH desde criança, mas só fui diagnosticada na adolescência. Antes disso, recebi muitos rótulos: desatenta, esquecida, bagunceira, atrasada. Com o tempo, aprendi uma coisa importante: nomear é diferente de rotular. Nomear ajuda a entender", escreveu.

No texto, ela diferenciou diagnóstico de julgamento. A apresentadora afirmou que hoje entende que é mais do que as etiquetas que recebeu ao longo da vida.

A apresentadora já havia comentado sobre o tema no podcast Splash Vê TV #87. "Eu tinha tudo para não ser apresentadora e não trabalhar na televisão. Mas eu sou muito persistente. Quando criança, as pessoas me achavam esquisita e eu usei isso ao meu favor. Isso me ajudou muito na minha profissão. Eu sempre fiz as minhas características que poderiam ser defeitos se destacarem como um diferencial."

Campanha contra estigma

O desabafo faz parte de uma campanha sobre o estigma em torno do TDAH. A iniciativa busca discutir como o transtorno é visto e como isso afeta pessoas diagnosticadas.

O TDAH envolve um conjunto de sintomas persistentes. Eles costumam surgir ainda na infância e causar prejuízos em diferentes áreas da vida.

Os primeiros sinais geralmente aparecem antes dos 12 anos. Na escola, a criança pode apresentar dificuldade para manter a atenção, concluir atividades e acompanhar o ritmo das aulas. Em muitos casos, a desatenção vem acompanhada de hiperatividade e impulsividade, comportamentos que também afetam as relações sociais e familiares.

O tratamento do TDAH costuma combinar medicamentos, psicoterapia e prática regular de atividade física. Mas os resultados dependem também da participação ativa do paciente na construção de estratégias para lidar com as dificuldades do dia a dia.

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